E De Que Falam As Suas Músicas?

E De Que Falam As Suas Músicas?

“Meu nome é Boza e faço canções”. Assim se apresentava Carmen Boza o ano anterior, no momento em que foi inscrito o crowdfunding pra lançar um disco. A presente pediu a seus fãs 10.000 euros, e algo precisa fazer bem, visto que acabou, em poucas horas, com mais do dobro. Em concreto 25.825 euros para financiar “A mansão dos espelhos”, teu primeiro álbum. Oito anos de filmes no Youtube apoiam esta criancinha que acabou enchendo a mítica sala O Sol 2 dias seguidos.

Quem é Carmen Boza? Carmen Boza é uma criancinha que faz canções, que gosta de tocar guitarra, que goza muito com o que faz. O resto é história: como eu comecei, como eu vim de Youtube, porém, em resumo, Carmen Boza é alguém que tem a sorte de poder dedicar-se a tocar.

O que toca? Soa ao rock, ao pop, um pouco de funk mesmo, todavia tudo muito acústico. Quando começou a publicar? Comecei a tocar com 15 anos e acho que comecei a compor um ou 2 anos depois. O que significa a música mainstream para Carmen Boza? Quando vi a Avril Lavigne tocar em teu clipe “Complicated” foi quando eu decidi tocar a guitarra.

Mas bem, Avril Lavigne não me influenciou muito musicalmente, era uma coisa mais estética. E a música soul, R&B de começo de 2000, como Destiny Child. Ouvia muito essa música no começo. Como vem sendo o seu último ano, após escrever “A mansão dos espelhos”? Foi um não parar. Estrada, tocar muito e muito de ponderar em outras ideias e atingir metas, que tinha como irreal o ano anterior e estourá-los, e colocar umas recentes, superarme o tempo todo, isso foi este ano. Leva 8 anos desde que começou a fazer upload de filmes no Youtube, o

através do instante em que eu percebi que podia fazer música com uma guitarra de imediato estava a falar a sério, porém talvez se situe no momento em que fui viver em Madrid, porque isto foi um traço pra mim. Eu tinha um curro normal, porém decidi deixá-lo e eu vim aqui pra olhar o que aconteceu com a música. Foi como um passo de cego, no momento em que tomas um grande risco significa que é o início de alguma coisa interessante, mesmo que corra mal. Você temeu-se em determinado momento permanecer encasillada como um fenômeno do Youtube?

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Não, em nenhum momento. Também não acho que tenha chegado a ser tão significativo como é o caso dos vídeos de alguns norte-americanos que tornaram-se de fato virais e atingem milhares de visitas em tempo recorde. Em meu caso, acho que não vai ir, e eu não possuo medo por causa de eu estou a toda a hora pensando e inventado coisas, e já é o Youtube, porém deste jeito será que me inventaré, eu entendo, alguma coisa novo. Em diversas entrevistas, conta que amaria de comparecer à Ibero-américa.

o Que tem de especial? Você Está mais perto de imediato do poder tocar lá? Na verdade, o que ocorre é que com a web é tão fácil fazer-te à ideia de que, na verdade, tem influência, o que você faz lá, quero narrar, a internet põe ao alcance de todos. Me vejo tão perto como quando eu comecei a fantasiar visto que sinto que a expectativa está aí a toda a hora que quiser apostar deste jeito.

Qual é o concerto que recorda com mais admiração? Quase todos os concertos me lembro com afeto, porque há muito para trás, o que se gera é muito esbelto. Não imagino em qual eu poderia expor, todavia os que fizemos em Madrid, em março, na sala Do Sol, que foram dois dias seguidos e fizemos sold out, foram muito especiais, o que significaram. E de outros artistas?

Pois olha, isto é mais difícil. Maria Rozalén, Kanka ou Patricia Lázaro, lhes conheço desde que éramos muito adolescentes, desde que começamos na música e, agradável, vê-los crescer bem, ver um monte de pessoas cantando suas músicas a mim me emociona.