GinGroup: “Em Portugal Temos Vindo A Investir E Desejamos Propostas”

GinGroup: “Em Portugal Temos Vindo A Investir E Desejamos Propostas”

Raúl Beyruti dirige a organização mexicana Gin Group, uma das maiores corporações americanas de gestão de capital humano e que acaba de instalar a tua sede em Portugal, depois da compra de 90% da corporação sevilhana Aurentia. Pergunta.- Por que optaram começar por Portugal? Resposta.- Com a Espanha neste instante temos uma conexão intrigante. Somos parceiros de Adolfo Domínguez, gerimos dezenas de lojas no México.

Também temos como comprador a Roberto Verino e comprei o 90% de Aurentia, uma empresa com afinco. Nós não temos dúvidas que nós trazemos um oroducto diferenciado, que não existe em outra porção do mundo. Nós imediatamente temos escritórios em Madrid, Valência, Barcelona e Sevilha e a nossa idéia é fazer 70.000 postos de trabalho em 5 anos. P. – Acha que em Portugal não se administra bem o capital humano? R. – Não é dada a seriedade adequada ao talento. Nosso intuito é fazer com que o cliente esteja feliz e tenha um acréscimo da produtividade.

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Pra essa finalidade, deve que o empregado esteja contente. Esse tem de saber que é primordial, e que nos preocupamos com eles. No México, como por exemplo, oferecemos um seguro funerário que lhes cobre tudo o que é preciso em caso de morte. Há também seguro de saúde e são capazes de aprender inglês de graça, entre algumas coisas.

P. – Uma das patas de teu negócio é o turismo e neste local Portugal desponta. Como vão pôr essa fórmula para o setor? R. – A ideia é carregar os esquemas que aplicamos lá pra Portugal. A título de exemplo, vamos fazer cursos de capacitação pra garçons.Estes contam com uma plataforma com um decálogo pra ser melhor no teu serviço.

Ser o incrível em seu setor vai fazer com que você se paguem mais. Procuramos a perfeição do ofício. P. – Quais são os desafios que você acredita que enfrenta o mercado de trabalho em Portugal? R. – Portugal precisa ofertar algo a mais. O estímulo é inovar e juntar o pessoal e a educação. Há que estar formando-se o tempo todo, ainda mais nesse recinto digital tão mutável.

O que você aprende hoje, amanhã é obsoleto. Há que doar aos funcionários a técnica de montar-se. Assim como é necessário que o trabalhador tenha tempo livre. P. – Qual a tua avaliação do decreto de registo horário que foi aprovado em Portugal? R. – No México, temos uma jornada de 8 horas por dia, 6 dias por semana.

Se um trabalhador faz horas extra se você necessita pagar, Todavia se uma corporação começa a gerar muitas horas extra é que não está fazendo bem o teu modo eficiente. P. – Descobre que há falta de produtividade em Portugal? R. – Se a há, é em razão de não há uma motivação.