Logística, Um Quebra-Cabeça Que Resolver Com Talento E Tecnologia

Logística, Um Quebra-Cabeça Que Resolver Com Talento E Tecnologia

A logística e o transporte, com um peso cada vez maior na economia espanhola, precisam definir seus desafios mais urgentes, relacionados com a procura de um paradigma mais limpo. Francisco Aranda, presidente de UM, justifica esse prazeroso instante pra modificação de concepção que tem vivido a logística nos últimos anos. “Deixou de ser um acessível centro de custos pra tornar-se uma das principais ferramentas pra competitividade das organizações”, garante.

Aranda tem a firme convicção de que os pilares a respeito os quais se apoiam o negócio de logística são a inovação e o talento. Sobre o primeiro deles, o presidente de UMA diz que “a procura da competência passa obrigatoriamente na incorporação de algumas tecnologias.

As organizações logísticas não são alheias ao big data, o blockchain, os robôs ou Internet das Coisas, contudo tudo isso necessita de investimentos muito poderosas”. Apesar da dificuldade de enfrentar com esse emprego econômico, o correto é que o setor logístico encontra-se mergulhado em uma espécie de quarta revolução industrial, em que a tecnologia é o principal agente da alteração. Uma das tecnologias mais perturbadora é a impressão 3D. Desde o centro tecnológico Leitat indicam que este procedimento fará com que a “relocalização das indústrias”.

Já não será fundamental o transporte de certos elementos do distâncias muito distantes, pelo motivo de a impressão em 3D permite que se construam em proximidade. “Isso fará com que um processo de desglobalización. A fabricação digital implica uma relocalização das indústrias, que se aproximam fisicamente à busca” sinalizam desde Leitat.

César Castelo, diretor acadêmico do instituto de formação sectorial de ICIL, desgrana os privilégios que darão o resto de algumas tecnologias. “A Inteligência Artificial adquiriu poder possuir uma melhor informação de qualquer um dos processos e dos fluxos de objetos pela cadeia.

Atualmente não queremos imaginar o que será um universo conectado e usando o big data, pelo motivo de nós só usamos 5% da fato que cria o sistema. Castelo indica que a transformação digital de lado a lado dessas ferramentas, o que leva a indústria do futuro: smart logistics ou logística preditiva. “As lojas de imediato têm preparados aqueles produtos que ainda não sabemos o que vamos obter, na Internet, em duas ou três semanas, já que a atividade do usuário é possível saber o que você vai necessitar no futuro. Nós anunciamos o que necessita o freguês”, avança.

Em ligação ao pilar do talento, Portugal enfrenta um defeito de treinamento. A especialização das profissões do sector, assim como este a criação de novos trabalhos relacionados com a implementação de ferramentas associadas com as tecnologias citadas anteriormente provocou isto.

Randstad revelou em seu relatório O futuro profissional do setor de Transporte e Logística a inquietação generalizada dos empresários por esta situação. Procurados, da consultoria Spring Professional, reforça a suspeita de que a tecnologia de orientação a busca de talentos pro mundo da logística.

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Este ano, o profissional mais procurado será o project manager, dedicado a coordenar os cada vez mais intrincados processos logísticos. “Deve descrever com o entendimento técnico bastante sobre isso as diferentes áreas do projeto, como para poder resolver as questões que se colocam e até já meter-se de forma direta, se considerado vital”, afirma o relatório.

Dispor de um paradigma mais preparada é um desafio, como também o é o da descarbonização. Assim, começam a definir-se opções mais respeitosas com o ecossistema, como vans híbridas ou postas com GPL, mas ainda não representam um amplo percentual da frota de automóveis de empresas logísticas.