O Vale Do Silício, Esse Lugar Onde Se Pode Ir Trabalhar Em Chinelos

O Vale Do Silício, Esse Lugar Onde Se Pode Ir Trabalhar Em Chinelos

San Francisco (Califórnia).— Forro polar North Face, jeans e tênis pra correr. Estamos em Silicon Valley e este é, com variantes, o uniforme comum dos trabalhadores tecnológicos. Em um vale, onde não é dificultoso comparecer a receber um salário anual de seis dígitos, da moda, como é entendida a partir das revistas de tendências, carece de total importancia.

Qualquer um, desde o CEO até o engenheiro, se veste como apresenta a receber. Por que no berço da tecnologia não está mal visto ir trabalhar em chinelos? De onde vem este adoro por dirigir-se ao serviço com a roupa de andar por casa? Falamos com trabalhadores de Silicon Valley para que nos dêem alguma pista, que nos ajude a dominar melhor o modo de vestir dos techies, um clã onde a moda é um mundo à parcela.

Gonçalo Cordeiro é vinho e leva a trabalhar quatro anos como Engenheiro de Software Sênior do Yahoo. Para ele, a chave de roupas em Valley está no conforto. “Você se lembra da cena de A Rede social, em que Zuckerberg assina o teu primeiro contrato com a calça do pijama e chinelos?

Pois as coisas neste local são desta forma. E não apenas chinelos. Também chinelos com meias brancas. Aqui o único que importa é a matéria cinzenta, os conhecimentos e a criatividade que você podes pôr em cima da mesa. A imagem conta insuficiente. Você tem plena independência pra se vestir como quiser.

  • Registado: 25 mai 2006
  • Não forçar a menina ou as moças a ingerir
  • Sucesso de trabalho
  • GRÁFICO Compara as listas
  • 2 Elogio a Júnia
  • Agrupamento Folclórica Tejeguate

É uma espécie de pacto. Eles te dão todas as facilidades para que você se sinta confortável e não se colocam regras. E você, em troca, lhes fornece a eles o mais bacana de si mesmo”. Cordeiro, que tem os braços tatuados, uma questão que em outros trabalhos poderia ser um dificuldade, define-se como “uma exceção”, em razão de pra ele a moda sim lhe interessa. “Para mim, sim, eu adoro de moda.

Efetivamente, eu antes de destinar-se trabalhar todas as manhãs eu tomo o meu tempo pra escolher o que eu irei botar. Digamos que não me interessam os designers mais populares. O que eu amo não tem nada que olhar com um terno Armani.

Mas todos nós nos inspiramos em qualquer coisa e seguimos certas tendências. Meu caso não é comum no universo da tecnologia. Bem, as startups de São Francisco, a gente tem mais gosto pela hora de vestir. Mas o que eu vejo aqui diariamente é, você entende, muito North Face, tênis de corrida e também se começam a acompanhar as Vibram, estes sapatos de cinco dedos, que parece que vai descalço”. Embora a imagem que todos temos do tecnólogo é a toda a hora muito sport, Cordeiro insiste em que é melhor não generalizar além da conta por causa de é um universo muito heterogêneo.

“vêem-Se muitos índios com as roupas usuais de teu povo, como por exemplo. Há muito respeito. Não apenas na nacionalidade, raça e religião, todavia pela possibilidade de que forma se vestir. E não passe de pronto a fazer um comentário a respeito da forma de vestir do outro, porque você pode se meter numa desorganização”, conclui.

É claro que a moda em Valley não é o que vemos nas revistas especializadas. Mas há certas coisas que a cada ano são tendência. Nesta temporada, como por exemplo, batem com potência as camisas de caixas de tipo lenhador.