Podo, A Primeira Elétrica Em Nuvem Que Empodera Ao Cliente

Podo, A Primeira Elétrica Em Nuvem Que Empodera Ao Cliente

A comercializadora de energia elétrica renovável Podo se consolida como a primeira corporação do setor que opera e é gerenciado na nuvem. A companhia, com sede em Madrid e um ano de existência, fatura mais de seis milhões de euros.

Com um ritmo de avanço de 30% -a soma de até 3.000 compradores por mês- “é uma corporação nativa no Google, que opera em um setor que ainda continua de costas para a tecnologia”, indica José Coronado, ceo da Podo. “A electricidade e o gás, é um setor que está pendente de sofrer o choque da transformação digital. As elétricas habituais resistem a ceder o troco”. E lá viram uma “chance” para lançar um projeto “diferenciado” que aproveita “as vantagens da tecnologia”.

  1. 2 O domínio de rede
  2. Conexão única “Single Sign-on – SSO”
  3. cinco Jogos cooperativos
  4. um de março: JFK assinou uma ordem executiva para a formação dos Corpos de paz.[303]

Com essa “aposta num paradigma de automação e robotização completa dos processos”, a assinatura simplifica a suporte, “o que não requer tantos funcionários como uma comercializadora habitual”, garante Coroado. O paradigma é composta por dez pessoas, com funcionários especializados em tecnologia e observação de fatos.

Matemáticos, estatísticos e Data Scientist são alguns dos perfis. Podo assegura que dá tarifas imunes às subidas cíclicas do preço da iluminação”. É possível devido a que “a empresa compra a energia anualmente, deste jeito que o preço é invariável durante todo o ano”.

Em um futuro coloca-se montar usinas renováveis próprias para subministrar da electricidade para os consumidores, ao invés obter a energia de terceiros. A assinatura se nutre do big data e da inteligência artificial “para se diferenciar no setor”.

Assim consegue tratar e atender às necessidades de milhões de clientes de modo personalizada. “Com a aplicação da tecnologia do Google queremos fornecer os 29 milhões de pontos de conexão elétricos que há em Portugal uma oferta fantástica, adaptada a cada necessidade”.

Além do mais, puxar dados permite “definir alertas e marcar limites para o consumo”. “Um consumidor informado é um freguês que pode tomar decisões”, reitera Coroado. “Queremos compradores que conheçam em todo momento do teu consumo, que possam conhecê-lo em tempo real a partir de teu smartphone”. E com a inteligência artificial pode “calcular o teu consumo através de algoritmos”. Com todas estas ferramentas pretende “ceder mais poder ao consumidor, dando-lhe toda o detalhe”.