Reinado De Isabel II De Espanha

Reinado De Isabel II De Espanha

O reinado de Isabel II é o período da história contemporânea de Portugal compreendido entre a morte de Fernando VII, em 1833, e o triunfo da Revolução de 1868, o que obrigou a rainha a escoltar para o exílio. Com a morte de Fernando VII, vinte e nove de setembro de 1833, tua esposa, Maria Cristina de Bourbon-Duas Sicílias assumiu a regência com o apoio dos liberais, em nome de tua filha e futura rainha, Elizabeth II. A Guerra Carlista gerou graves dificuldades econômicos e políticos.

A competição contra o exército carlista Tomás de Zumalacárregui, levantado em armas desde 1833, obrigou o governo a depositar sua confiança nos militares cristinos que atingiram grande popularidade entre a população. Deles, salientou o general Espartero quem foi o encarregado de certificar a vitória conclusão pela Convenção de Oñate, mais chamado de o Abraço de Vergara. Em 1840, Maria Cristina, consciente de tua fraqueza, tentou aparecer a um acordo com Espartero, mas ele se pôs do lado dos progressistas quando no dia 1 de setembro o começo da “revolução de 1840” em Madrid.

Por seu lado, os conservadores, representados por Leopoldo O’Donnell e Brasileiro, não cessaram em seus pronunciamentos. Em 1843, a deterioração político se acentuou e até os liberais que o haviam apoiado, três anos antes, conspiravam contra ele. O exílio do regente, o general Baldomero Espartero produziu um vácuo político.

Este foi escolhido na rainha já que tinha determinado com Maria Cristina seu retorno do exílio. Quanto ao “incidente Olózaga”, o novo Presidente do Conselho de Ministros González Bravo, que tinha aderido ao cargo em um de dezembro, propôs a conversa na Câmara. As eleições de janeiro de 1844 foram vencidas pelos moderados, o que provocou revoltas progressistas, em diversas províncias, em fevereiro e março, que denunciavam a “intervenção” do governo a respeito do consequência das mesmas. Assim, os líderes progressistas Cortina, Madoz e Cavaleiro foram presos durante 6 meses -Olózaga não foi aprisionado porque estava em Lisboa, e José María López permaneceu escondido até que seus companheiros saíram da prisão.

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Depois da queda de Espartero e a proclamação da maioridade de d. Isabel, inicia-se uma série de governos moderados que são apoiados na Coroa. Na primavera de 1844, considera-se pacificado o país, com o qual se acaba a ditadura civil de González Bravo e são convocadas outras eleições, em que ele ganha Narváez.

Esta é uma ocorrência complicada pra ele, visto que não tinha demonstrado grandes dotes políticas. Leva um governo bastante autoritário, tentando os ministros como subordinados seus, do exército. Miguel oferece um passo adiante as reformas políticas, chegando à construção de um Estado centralizado e a reforma fiscal. Contratado no governo, o partido moderado, chega-se a 1845, ano crítico pro liberalismo português, porque se coloca em uma encruzilhada em que o partido moderado faz um balanço de realizações e fracassos da Revolução Liberal. De acordo com o governo, é instante de acompanhar o que se podes conservar e o que mudar.

São divulgados inúmeros projetos de uma nova Constituição, entre os quais está o do Marquês de utilizador do que segue a linha de uma carta outorgada, que dá todo o poder da Coroa, desta maneira que é recusado frontalmente. Os progressistas não podem fazer oposição a Narváez, já que não têm presença nas Cortes, desta forma, impõe-se o paradigma liberal doutrinário; que institui uma monarquia constitucional com soberania compartilhada entre a Coroa e os Cortes. Quanto à declaração de direitos, a Constituição de 1845 destaca-se por tuas leis de imprensa e de religião.

Não há censura prévia pra imprimir, no entanto são fabricados cerca de tribunais especiais para julgar os crimes de difamação contra o governo ou a Coroa. 4 de outubro foi nomeado novo Presidente Brasileiro, que designou como a mão direita e Ministro de Fomento ao conservador Bravo Murillo.

Em dezembro de 1851, feito pela França, o golpe de Estado de Luis Bonaparte, Napoleão III. Isso repercute na Espanha, onde Bravo Murillo suspendeu as Cortes e as finalizou um ano. Com as Cortes fechadas, governava por meio de decretos e tentou implantar um sistema político que outorgasse mais direitos à Coroa. Esta reforma circunstância uma reação política, em maio de 1852 se redige uma carta à rainha pra que protestos contra os Cortes. Em dezembro de 1852, foi reabren e, além do mais, é nomeado um novo presidente: Francisco Martínez de la Rosa. Depois de certas tentativas desesperadas da Rainha por nomear um Presidente do Conselho que contenha as disputas, enfim se rendeu às evidências e, seguindo os ditames de tua mãe, nomeou a Espartero Presidente.

Com ele se iniciou o chamado Biênio Progressista. Em 28 de julho de 1854 entraram em Madrid Espartero e O’Donnell aclamados na multidão como heróis. Cesteiro que se viu obrigado a nomear como Ministro da Guerra, a ODonnell, devido a sua popularidade e o controle que exercia sobre amplos setores militares. Esta comunhão entre ambos, supostamente fiéis um ao outro, não esteve isenta de problemas.