Veja Se Você É Viciado “Smartphone”… E Passe Por Ele

Veja Se Você É Viciado “Smartphone”… E Passe Por Ele

�Alguma vez foi contabilizada as vezes que olha para a tela do teu “smartphone” no decorrer do dia? Faça o teste e pode ser que o resultado lhe surpreenda. Assim o prometem, no mínimo, de “Desligar@”, um programa psicoeducativo que visa obter um exercício responsável da tecnologia entre a população portuguesa, sobretudo por quota dos mais adolescentes.

Mas a dificuldade não é evidente apenas entre os jovens. A irrupção das algumas tecnologias em nossa rotina diária trouxe consigo não apenas grandes proveitos, todavia também graves inconvenientes que, em nenhum caso, têm de ser tomadas de ânimo suave.

são Ainda mais os espanhóis que negligenciam seus deveres no âmbito do serviço e cujas relações sentimentais terminaram por ser afetadas graças a uma excessiva dependência do telefone móvel. A “nomofobia”, dizem ambos os especialistas, poderá ser tão danoso e viciante como o álcool ou o tabaco. “Se você toma uma cerveja ao dia não tem por que ser um alcoólatra, entretanto se você não consegue ir um dia sem essa cerveja é possível que você tenha um defeito.

Isso é, exatamente, o que ocorre com as outras tecnologias”, diz Marc Masip. O mecanismo que usa “FaceUp” para combater o vício em web é claro. A primeira coisa que faremos após baixar o aplicativo será ir um teste que determinará o nosso grau de “engate” e nos falar, abertamente, em que grau a nossa vida está ligada ao “celular”.

  1. Ver bem como este parágrafo e os seguintes: Inheritance and Dowry (herança e dote)
  2. Te casaste por intenção (1962)
  3. 2 Sharjah, Capital Mundial do Livro em 2019 2.Um Em Portugal
  4. um Música Rastafari
  5. um História 1.Um A Rus de Kiev
  6. Queres que te dê pela bunda
  7. o incomoda que pensem em sexo no primeiro encontro

Uma vez conheçamos o nosso grau de dependência, a própria aplicação nos propõe desafios pra superar o problema e, também, nos proporciona as ferramentas obtê-lo. “Uma das coisas que podemos fazer, explicam os criadores de “FaceUp”, é pôr o telefone no modo ‘love’ para impossibilitar interrupções indesejadas durante um tempo limitado”. Diversas vezes, o acontecimento de permanecer periodicamente conectados ao e-mail ou por telefone nos tira tempo pra, por exemplo, montar estratégias de cara para a organização, ou sugerir soluções para um determinado problema. “. À medida que vamos vencendo os desafios “FaceUp” nos propõe, o grau de dependência do “smartphone” vai descendo e o usuário será consciente do impacto que esse menor engate tem em diferentes aspectos de tua existência, explica.

Os adolescentes são, reafirma Masip, o centro mais fácil para a “nomofobia”. Verdadeiramente, o especialista considera que um jovem não deve ter um telefone celular conectado a web até ter atingido os dezesseis anos de idade. “Os pais têm melhores maneiras para controlar seus filhos e, concretamente, podem se notar mais seguros se o seu filho tem um telefone usual e sem acesso à internet. O único que faz o ‘smartphone’ é abrir as portas pra outros vícios desnecessários”. Para Nacho Giner, é necessário diferençar entre 3 tipos de usuários de “celular”. “Está, em primeiro território, o que sabe o seu terminal pra privilegiar-se dele e fazer um bom emprego.

Depois, temos o usuário que está acoplado no entanto não sabe que tem uma dependência e, por último, é quem se sabe viciado em internet, porém não está interessado em alterar”. Não é, não em vão, extravagante que se procure combater a dependência da tecnologia, utilizando como ferramenta um “smartphone”? Não pros criadores de “FaceUp” que, em resposta a essa mesma pergunta, são claros ao garantir que “se o problema está em o ‘smartphone’ não resta mais medicamento que usá-lo para acabar com ele atuando desde dentro”.

Giner, além disso, não hesita em comparar a “nomofobia” com o vício do tabaco e coloca como modelo as mensagens de conscientização social que o ministério da Saúde imprime em cada maço. “Nós não promovemos um emprego limitado do móvel, só desejamos aconselhar a usá-lo bem, e deste jeito o diz a nossa mensagem: que o móvel não te domine, domínale tu a ele”.

Tv Shows on DVD (em inglês). ↑ “Bates Motel – Listings”. The Futon Critic (em inglês). “Synopsis”. SpoilerTV (em inglês). ↑ a b Welch, Alex (8 de março de 2016). “Monday cabo audiência: ‘Raw’ wins the night”. Tv by the Numbers (em inglês).